Enquanto muitos homens nunca chegam a dar conta do tumor, outros enfrentam variantes agressivas que se espalham pelo organismo sem dar sinais. Ao mesmo tempo, em hospitais e na investigação, estão a surgir novas abordagens: rastreios mais exactos, tratamentos menos invasivos e planos terapêuticos personalizados. Um olhar para 2025 mostra a velocidade com que a forma de lidar com o cancro da próstata está a mudar - e o que isso implica para os doentes.
Cancro da próstata: frequente, silencioso e muito variável
Porque o cancro da próstata pode passar despercebido
O cancro da próstata é o tumor mais comum no homem. Em regra, surge depois dos 50 anos e torna-se mais frequente à medida que a idade avança. Há tumores que crescem devagar, permanecem pequenos e nunca provocam queixas. Noutros casos, a doença comporta-se de forma agressiva, ultrapassa a cápsula da próstata e pode disseminar-se para os gânglios linfáticos e para os ossos.
Onde surge e qual o tipo mais habitual
A doença tem início na próstata, uma glândula com aproximadamente o tamanho de uma noz situada por baixo da bexiga. Em mais de 90 por cento dos casos, trata-se de um adenocarcinoma, isto é, um tumor que se desenvolve a partir de células glandulares. Nas fases iniciais, é pouco comum existirem sintomas.
Sintomas que podem surgir nas fases iniciais
Quando aparecem, podem incluir queixas como:
- necessidade frequente de urinar, sobretudo durante a noite,
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